30 de abril de 2009

Biscoitos Mabel ampliando horizontes

São 55 anos de marca reconhecida de biscoito. Mas a Mabel quer seu horizonte para além das bolachas. Em três anos, e com investimentos de R$ 40 milhões, quer se tornar uma indústria de alimentos. Ela já contratou uma pesquisa de elasticidade de marca para determinar quais categorias seriam compatíveis, mas previamente consideram bolos e massas secas. O diretor-presidente da empresa, Vicente Barros, diz estar com o pé no acelerador, só controlando a velocidade. "Desde setembro, quando a crise estourou, adotamos uma forte política de corte de custos e renegociação com fornecedores. Dispensamos alguns funcionários e conseguimos reduzir o preço da farinha de trigo em 7%. Isso nos permitiu fechar o ano com um crescimento de 24%." Assim, diz ele, com a "lição de casa feita", deram continuidade ao plano de expansão de crescer dois dígitos até 2014.

Só para este ano eles recompuseram o quadro com a contratação de 100 funcionários e estão lançando 13 produtos, entre eles biscoitos com 12% mais de recheio e amanteigados. Com uma verba de marketing 20% maior que 2008, vão investir R$ 12 milhões, o que inclui uma campanha institucional em todo Brasil. Ampliaram as linhas de produção das fábricas de Aparecida de Goiânia (GO) e Três Lagoas (MS) com um aporte tecnológico de R$ 12 milhões. "Impulsionado pelos novos recheados já alcançamos um crescimento de 15% esse ano. Não registramos a retração medida pela Nielsen no setor. Um pacote de biscoito custa menos de R$ 1, é uma indulgência que as pessoas continuam se permitindo."

Pela pesquisa Nielsen de março, a Mabel seria a sétima maior fabricante de biscoitos do Brasil. "Se o Centro-Oeste e o Norte entrassem nas pesquisas, mercados onde crescemos muito, subiríamos algumas posições neste levantamento." Segundo Barros, a logística da empresa -com fábricas posicionadas próximas às regiões do país - é um fator que agiliza a entrega e torna seus preços mais competitivos. Outro ponto que Barros ressalta como determinante no bom desempenho da Mabel é seu conselho administrativo com três acionistas e quatro consultores independentes - como o ex-presidente do Banco Central, Gustavo Loyola, e o ex-presidente dos biscoitos Aymoré, Marco Antonio Torres. "A independência administrativa nos dá mobilidade para mudar rápido em uma economia volátil como a atual." O faturamento da companhia em 2008 foi de R$ 480 milhões.

Fonte: Valor Econômico

Merchandising da Pedigree em Curitiba

Mais um trabalho de merchandising que vamos apresentar de Curitiba - PR.

O Alexandre Aparecido Aguiar de Lima nos mandou esse belo trabalho de merchandising da Pedigree.

Esse foi feito por uma equipe formada por Alexandre, Leandro e Marcelo.

Um trabalho muito bem feito, aliás o Alexandre sempre capricha com seus trabalhos. Parabéns meu amigo é mais um de seus trabalhos que vai para a galeria do PDV Ativo.

28 de abril de 2009

Trabalho de Merchandising da Coca Cola

O Marcelo Peixoto Carrijo de Uberlândia - MG nos enviou um trabalho de merchandising da Coca Cola, vejam na integra o email que nos mandou:

"Segue uma foto de trabalho de merchandising da Coca Cola montado em Uberlândia. Tenho mais ou menos umas quinhentas fotos nesse estilo, todos trabalhos montados por mim. Em outra ocasião mandarei mais foto. Obrigado"

Nós que agradecemos por ter nos mandado esse trabalho Marcelo e aguardamos que continue nos mandando mais fotos já que disse que tem mais de quinhentas. Vamos mostrar aqui esses trabalhos também. Parabéns meu amigo

Trabalho de Merchandising da Nissin em Porto Seguro


O Jener Costa nos mandou mais um trabalho. Muita criatividade, fizeram um Caminhão Trio Eléctrico com Nissin-Miojo, ficou muito legal.

Um trabalho de grandes proporções e de muita qualidade destacando muito bem o produto.

O Jener Costa nos informou que esse trabalho foi montado em Porto Seguro - BA. Mais uma vez gostaríamos de parabeniza-lo pelo trabalho e por ter nos enviado.

Rede Dia chega a 14 lojas na região de Ribeirão Preto

A rede Dia amplia sua presença na região de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, com a abertura de mais duas unidades, em Cravinhos e Serrana. A partir deste mês, a varejista contará com 14 lojas nessa região do Estado, apontada como a mais promissora em crescimento econômico.

A loja de Cravinhos, inaugurada no dia 25 de abril, gerou 15 novos empregos e tem 472 metros quadrados de área de vendas, seis check-outs e estacionamento para 38 veículos. O endereço é Rua Tiradentes, 836, no centro da cidade. Já na próxima quinta-feira (30 de abril), os moradores de Serrana ganharão mais uma opção de compras. O ponto de venda, localizado à Rua Luiz Antonio de Matos, 170, no Jardim Boa Vista, possui área de vendas de 520 metros quadrados, seis check-outs e estacionamento que abrigará 33 veículos.

O Dia, bandeira do grupo francês Carrefour conhecida pela operação de supermercados populares, tem hoje no Brasil 320 lojas, que atendem mais de sete milhões de clientes por mês. A rede está presente em mais de 50 municípios no Estado de São Paulo: capital e Grande São Paulo, litoral sul e nas regiões de Campinas, São José dos Campos e Ribeirão Preto.

Fonte:Portal Apas

Expand perde algumas de suas marcas mais importantes

O dono da Expand, uma das maiores importadoras de vinho do Brasil, perdeu algumas de suas marcas mais importantes e comanda uma reestruturação. Saiba o que está acontecendo com a empresa.

A Expand , a importadora do empresário Otávio Piva de Albuquerque, é uma das empresas pioneiras no mercado de vinhos no Brasil. Em três décadas de atividades, Piva enfrentou planos econômicos, congelamentos de preços e altas expressivas do dólar, a moeda usada na maioria de seus negócios. Mas, neste longo período, sua empresa nunca enfrentou obstáculos tão grandes como os atuais. O mercado estima que a dívida da companhia esteja entre R$ 60 milhões e R$ 90 milhões, marcas importantes que faziam parte de seu portfólio, como a argentina Zuccardi e a italiana Marchesi di Antinori, abandonaram a empresa e contêineres lotados de vinhos estão parados nos portos brasileiros. Mais: são fortes os rumores de que a chilena Concha y Toro, crucial para a Expand, deixará a importadora. Piva admite que a Expand tem passado por uma grande reestruturação que ceifou os principais executivos da empresa em meados de 2008 e gerou a demissão de 40% dos funcionários, mas afirma que o resto não passa de fofoca do mercado. (Matéria da Revista Isto É Dinheiro)

A culpa de todos os problemas, diz ele, é dos antigos executivos. “Eles não tinham experiência e, só em 2007, compraram US$ 12 milhões a mais de vinho do que eu precisava”, disse Piva em entrevista à DINHEIRO (leia na página 66). “Hoje, tenho um estoque com 800 mil caixas sobrando.” Nesta crise, Ricardo Carmignani e Tibor Sotkovszki, respectivamente ex-CEO e ex-diretor de marketing, são os algozes de Piva. Depois de demitidos por ele, os dois executivos abriram a concorrente Winebrands, em sociedade com a Global Wine, dona da portuguesa Dão Sul, ex-sócia de Piva na ViniBrasil, produtora do vinho brasileiro Rio Sol, no Vale do São Francisco, Bahia. “Se somos tão maus executivos assim, por que razão os produtores estão vindo para a nossa importadora?”, limita-se a perguntar Sotkovszki.

Há mais de uma década a concorrência diz que a Expand está com problemas financeiros, mas o assunto voltou à tona nos últimos tempos. Em julho de 2008, Piva vendeu a sua parte na ViniBrasil, a menina de seus olhos, para os portugueses da Dão Sul, empresa da holding Global Wine. Os valores não foram revelados, mas incluiu toda a quitação de faturas da Expand com a Dão Sul que iriam vencer e mais um valor em dinheiro. “Vendi porque meu sonho havia se concretizado e o meu negócio não é produzir vinho, mas sim vender”, diz Piva. “Recebi uma grana boa pela venda”, explica. Meses depois, a Winebrands foi lançada com uma carta que inclui os rótulos da própria Dão Sul e a distribuição para o Nordeste do Casillero del Diablo – este é o único da Concha y Toro não distribuído por Piva por razões religiosas. Há dois anos, a Concha y Toro montou um escritório no Brasil para trabalhar o Casillero e há quem afirme que a Expand vai perder a representação da famosa produtora – o que seria um nocaute na companhia. “Isso não tem fundamento. Importo Concha y Toro há 25 anos e, em outubro do ano passado, renovamos por mais cinco anos”, diz Piva. Francisco Torres, diretor- geral da Vinícola Concha y Toro no Brasil, descarta qualquer ação no sentido de acabar com a parceria com a importadora brasileira. “Nunca pensamos em tirar a Concha y Toro da Expand”, diz Torres. “A Concha y Toro é o que é no Brasil graças a eles.”

Apesar de o assunto Concha y Toro ser recorrente, o que incomodou Piva foi a atitude de seu antigo executivo. “Enquanto trabalhava para mim, o Carmignani armou com a Dão Sul de montar uma empresa concorrente. Daqui a um ano a Dão Sul vai perceber que fez besteira”, aposta Piva. Além dos vinhos da produtora portuguesa, a Winebrands também tomou de Piva o Marchesi Antinori, antigo cliente da Expand. Famoso produtor italiano, Antinori realizou uma pequena concorrência entre importadoras brasileiras depois de descobrir que tinha três contêineres com seus vinhos parados no porto brasileiro. Produtores trocarem de importadoras é relativamente comum no mercado brasileiro. Mas chama a atenção as marcas que estão deixando a Expand, e não apenas em direção à Winebrands. A argentina Zuccardi deve anunciar em breve que seus vinhos serão importados pela Ravin, empresa recém-fundada por Rogério D’Ávila, ex-diretor comercial da Expand, que deixou a empresa em novembro de 2008 depois de oito anos de casa e partiu para voo solo. “Eu não estava contente com o trabalho que estava sendo feito no Brasil”, disse à DINHEIRO Jose Alberto Zuccardi, dono da vinícola argentina. Outra baixa foi a Allegrini, que em setembro do ano passado trocou a Expand pela Grand Cru. Duas importadoras confirmaram à DINHEIRO que foram contatadas pela argentina Norton sobre a possibilidade de vender seus rótulos no Brasil. Comenta-se ainda que as vinícolas italianas Casanova di Neri, que têm um vinho com 100 pontos da Wine Spectator, Beni di Batasiolo e Braida estão descontentes com a Expand. Durante a Vinitally, a mais importante feira de vinhos do país da bota realizada no início de abril, estes produtores pediam indicações de importadoras aos brasileiros que passavam pelos seus estandes.

Não desembaraçar os contêineres que chegam ao Brasil é a estratégia de Piva para não arcar com os custos do estoque. “Com a desvalorização do real e o encarecimento do crédito, estima- se que ele viu a sua dívida subir mais de 40%”, diz um concorrente. “Não tenho toda essa dívida que estão falando”, diz Piva. “Nosso estoque é cinco vezes maior do que a nossa dívida a preço de venda. Ou seja, a venda de três meses paga a minha dívida.” O problema é que os importadores estão tomando ciência de que suas garrafas estão paradas no porto. Em janeiro deste ano, por exemplo, o produtor português Cristiano Van Zeller, dono do Quinta do Vale D. Maria e com participações na Quinta do Vallado, teria cancelado uma viagem ao Brasil ao descobrir que não teria estes vinhos para apresentar em uma palestra. Enquanto o mercado comenta as baixas, Piva consegue novas marcas. “Para cada produtor que a gente perdia, encontrávamos um melhor”, diz. Entre as novidades, encontra-se o Wine Circus, um consórcio boutique de pequenos produtores italianos liderado pelo respeitado enólogo Roberto Cipresso. Além disso, a Expand se prepara para abrir 22 lojas até dezembro deste ano. “Investiremos US$ 100 mil em cada ponto e até o fim do ano teremos um total de 60 lojas”, anuncia Piva. “Em 2010, teremos 100 lojas.

A rede de lojas é crucial para a Expand e dará à importadora, cujo faturamento é estimado em mais de R$ 200 milhões, força de barganha ainda maior perante os produtores. “Com esse monte de vinho no estoque, tenho que abrir lojas. E são todas próprias”, diz Piva. Esse, aliás, é um ponto importante. Atualmente, das 40 lojas com a bandeira Expand metade pertence a franqueados. E, nos últimos tempos, alguns deles têm reclamado da política praticada pela empresa. “Eles vendem em supermercados produtos que eram para estar somente nas lojas e o telemarketing da empresa também oferece aos clientes descontos que nós não podemos dar”, diz um franqueado. Piva diz que trabalha com portfólio diferente para cada canal de venda e que os problemas com o telemarketing aconteceram até novembro de 2008. “Demitimos a pessoa responsável pela área e mudamos tudo.”

“Estamos em guerra"

Em entrevista à DINHEIRO, Otávio Piva de Albuquerque, da Expand, ataca os antigos executivos, afirma que a empresa vai abrir lojas e diz que seus vendedores estão no clima do filme Tropa de Elite. Acompanhe:

O mercado comenta muito sobre a má situação financeira da Expand. O que, de fato, está acontecendo?

Queríamos profissionalizar a empresa e colocamos três executivos aqui, o Ricardo Carmignani, o Tibor Sotkovszki e o Rogério D’Ávila, e demos autonomia para eles. Eu fui para o conselho e eles permaneceram tocando a empresa. Em 2007, foram para a feira da Viniexpo e, como não tinham muita experiência, pediram três contêineres de vinho quando o mercado vendia apenas um. Com isso, só no ano de 2007, eles compraram US$ 12 milhões a mais do que eu precisava. Eu já tinha um estoque grande e cheguei em 2008 com um estoque gigante. Quando percebi, pensei: agora preciso dispensar esse pessoal e voltar para a empresa.

O que o sr. fez então?

Meu filho, que estava trabalhando em um banco de investimentos e terminando MBA em finanças, pediu para voltar para a Expand e tomar as rédeas da empresa. Ele me disse: "Pai, eles (os executivos) vão quebrar a nossa empresa." Voltamos, suspendemos as compras, dispensamos os executivos e agora estamos organizando o estoque.

E quanto aos vinhos que estão no porto?

Eu não podia deixar faltar estoque e nem produto. Esse mundo gigante de estoque que tínhamos fez com que boa parte de nossa mercadoria ficasse um tempo no porto, mais do que eu gostaria. Se eu tirasse tudo, ia vender só o que era fácil de vender. Então ficou metade no porto e metade para os vendedores. O que aconteceu? Saíram esses executivos bravos porque tinham perdido a festa e começaram a falar que a Expand ia quebrar. Eles foram mandados embora.

Mas a Expand perdeu produtores...

Alguns deles, trouxas, tontos, se deixaram seduzir. O Zuccardi, na Argentina, que era muito amigo do diretor comercial Rogério, e o Antinori, da Itália, que era amigo do Carmignani. Aí falei para o Antinori: "Trabalho com vocês há 25 anos, temos 150 vendedores, 40 lojas, estamos abrindo 22 lojas neste ano, vocês estão loucos?" Aí ele me disse que o Carmignani tinha ido lá, falado que o contêiner estava no porto e que ele queria fazer um trabalho exclusivo. Eu disse ao Antinori que ele havia errado e ele quis voltar atrás. Não tinha mais volta. Disse à ele que ia sair que nem um pitbull vendendo os produtos dos outros.

O que vai trazer para substituir as perdas?
Para cada produtor que a gente perdia, encontrávamos um melhor. O pessoal sai falando, a Expand perdeu o Zuccardi, perdeu o Antinori, vai perder mais. Perdemos, sim, três produtores importantes, podemos perder até cinco. Mas, no último ano, a gente pegou pelo menos 12 produtores importantíssimos, como o Wine Circus, do Roberto Cipresso, que é atualmente um dos melhores enólogos da Itália.

O sr. disse que tinha muito estoque, quantas caixas a mais a Expand tinha?
Eles compraram 800 mil caixas a mais do que precisávamos.

Mas o sr. dava autonomia?

Não, autonomia total não. Um comprava e o outro fazia o budget do que iria vender. Tínhamos política de ter estoque médio de seis meses por causa das greves que geralmente acontecem no porto. Mas eles não venderam o que planejaram e o meu estoque acabou indo para um ano. Aí mandamos os executivos embora e eles saíram dizendo que a Expand estava quebrando. Neste ano, vamos abrir 22 lojas novas, todas próprias.

Quanto a Expand vai investir?
Vamos investir US$ 100 mil por loja. Abriremos no Brasil inteiro. A Expand está crescendo e, com um monte de vinho no estoque, tenho que abrir loja.

O sr. tinha participação na ViniBrasil, do vinho Rio Sol, e vendeu para os seus sócios da vinícola portuguesa Dão Sul. O que aconteceu?
A minha diversão é inventar negócio, sou empreendedor. No caso da Dão Sul, eu tinha o sonho de criar um vinho brasileiro, era uma paixão, um grande projeto. Também queria ajudar o Nordeste. O meu sonho aconteceu, o vinho foi exportado para os Estados Unidos, Canadá e para toda Europa. Fiquei satisfeito e disse para os portugueses se eles queriam vender a parte deles ou comprar a minha. Eles resolveram comprar.

Comenta-se que a Expand tinha muitas dívidas com a Dão Sul e, em troca delas, deu a ViniBrasil e saiu sem nada...

Nós também importávamos vinho Dão Sul e eles propuseram compensar as faturas que iriam vencer. Mostro o contrato se quiserem. Recebi uma bela grana e ainda quitei as faturas. A razão foi estratégica porque sou um vendedor e não um produtor. Oitenta por cento do custo está na produção e 80% do lucro está no comércio.

O seu antigo CEO, o Ricardo Carmignani, está representando a Dão Sul no Brasil. O que o sr. diz sobre isso?

Enquanto ele ainda trabalhava para mim, armou com a Dão Sul de montar uma concorrente. Hoje ele está numa salinha 3x4, é vergonhoso. Ele não tem vendedor, nós temos 150. Ele não tem loja, nós temos 40. Ele vai vender para quem? Daqui a um ano, a Dão Sul vai ver que fez besteira. O barquinho dele não vai muito longe, ele vai quebrar.

O sr. vai processá-lo?
Não, eu vou entrar com ação criminal para quem falar que a Expand está quebrando. Por que a Expand demitiu funcionários? Em seis meses, demitimos 40% dos funcionários e contratamos só pitbull com vontade de vender. Eliminamos quem não estava com uma boa performance. Estamos em guerra, o espírito é o do filme Tropa de Elite.

Por que a Expand mudou o depósito de Itatiaia, no Rio de Janeiro, para São Paulo?
Os restaurantes em São Paulo pagavam o ICMS por estimativa. Montamos a operação no Rio por causa disso. Com a substituição tributária, deixou de ser interessante. Então, fomos para São Paulo. Eu deixei de ganhar com a vantagem do imposto e o galpão lá era alugado.

A Concha y Toro montou um escritório aqui no Brasil e há quem diga que eles vão passar a distribuir os vinhos de forma independente. Como está a relação de vocês?
A Concha y Toro se estabeleceu no Brasil porque a principal marca individual deles é a Casillero Del Diablo e me incomoda muito vender esse vinho com aquele diabinho. Por isso eles vieram para o Brasil. Importamos Concha y Toro há 25 anos e, em outubro do ano passado, renovamos o contrato por mais cinco anos.

A competição no mercado de vinho beira a deslealdade?
Esse mercado é muito agressivo, tanto que você ouve falar que a Expand vai quebrar. Agora, a Expand é a única empresa do setor com balanço auditado pela Grant Thornton. Teremos o balanço no fim de abril e vamos enviar para os nossos parceiros conhecerem a nossa situação.

O mercado diz que suas dívidas chegam a R$ 90 milhões. É tudo isso?
É muito longe disso. Nosso estoque é cinco vezes maior do que a nossa dívida a preço de venda. Ou seja, a venda de três meses paga a minha dívida. Poxa, preciso me alavancar um pouquinho.

Fonte: Revista Isto É Dinheiro
Foto: Tatiana Piva de Albuquerque Sartori
www.expand.com.br

Bozzano estampada nas mangas do uniforme do Corinthians.

O patrocínio da Hypermarcas ao time paulista de futebol Corinthians foi estendido até o final do ano, pois o desempenho do clube tem chamado a atenção de empresas interessadas em explorar suas marcas aproveitando a visibilidade do clube. Além de ter a marca Bozzano estampada nas mangas do uniforme corintiano, o jogador Ronaldo será o novo garoto-propaganda da linha de produtos masculinos da empresa, que lança em breve novas lâminas de barbear. "Estamos confiantes", diz Mel Girão, diretora da Unidade de Negócios de Beleza e Higiene Pessoal da Hypermarcas. "O Ronaldo representa uma personalidade mundial, subiu na vida e voltou."

Fonte: DCI

27 de abril de 2009

Trabalho de Merchandising da Selmi

Paulo César Guilherme é o nome do promotor de vendas que nos mandou esse belo trabalho. Um belíssimo trabalho de merchandising com macarrão Galo montado em Mogi Guaçu - SP.

Ficou muito bom mesmo, teve um destaque muito legal no PDV. Isso sem falar que fazer um trabalho desse com macarrão não é fácil, quem trabalha ou já trabalhou com macarrão sabe o que estou dizendo.

Parabéns Paulo Cezar, é mais um belo trabalho que vai para nossa galeria de "artistas do PDV".

Schin tem prejuizo 132 Milhões

A Schincariol publicou ontem, sem muito alarde, o seu balanço anual no Diário Oficial do estado de São Paulo. O provável motivo para tanta discrição estava na última linha da tabela de demonstrações financeiras: um prejuízo líquido de R$ 132 milhões em 2008. Mas ao contrário do que possa parecer, a empresa não perdeu vendas no ano passado. Em concordância com o que ocorreu com o setor de bebidas em geral, houve até crescimento.

"A participação de mercado em volume no final do período, medida pela Nielsen, cresceu nas categorias de cervejas (13,2%), refrigerantes (3,6%), sucos (8,2%) e foi reduzida em águas (9,3%)", diz o texto de abertura do balanço financeiro. Também houve crescimento de 7,4% da receita bruta e de 4,5% na receita líquida.

"Na prática, essa disparidade entre vendas líquidas e brutas mostra que a empresa teve que encolher sua margem de lucro na venda de seus produtos", explicou um analista de mercado. Esse encolhimento da margem, segundo o especialista, teria acontecido com o principal produto da Schincariol: as cervejas, que respondem por mais da metade do faturamento da empresa.

A estratégia da companhia no ano passado foi a de trabalhar as marcas premium de seu portfólio - Devassa e Baden Baden, por exemplo. No entanto, um fator geográfico afetou os planos da empresa. "É fato que a maior parte das vendas da Schin se concentra no Nordeste. O problema é que não há como trabalhar marcas premium só pelo Nordeste. Uma vez que a distribuição da Schin nos bares do Sul e Sudeste é fraca, a estratégia não 'colou' com o público dessa região, que são os formadores de opinião", afirmou um especialista.

Além disso, conforme relata o próprio balanço, houve queda de rentabilidade devido ao "crescimento das vendas em novos canais de distribuição." A aparente contradição se explica: para conquistar espaço em bares que tradicionalmente vendem marcas concorrentes, é preciso pagar. "A empresa precisa oferecer alguma vantagem para o dono do ponto de venda para que ele troque de fornecedor. Isso gerou perdas para a empresa", explicou outro analista. Isso explica por que, mesmo focando em produtos mais caros, como as cervejas premium, a empresa precisou enxugar sua margem de lucro.

A empresa também divulgou que acumulou perda financeira total de R$ 79 milhões. Desse montante, R$ 17 milhões foram causados especificamente por problemas cambiais, ou seja, "a desvalorização do real sobre insumos importados", segundo um comunicado enviado pela empresa ao Valor.

A Schincariol se limitou a explicar as perdas de R$ 29,3 milhões referentes ao resultado líquido do exercício antes da participação dos minoritários. Nesse caso, de acordo com a nota, "a integração de operações e de empresas adquiridas, a reestruturação da malha de distribuição e de revendas" foram as causas apontadas para o resultado negativo.

Fonte: Valor Econômico

24 de abril de 2009

Trabalho de Merchandising da Nova Schin

Olha o pessoal da liquida na área.

Esse trabalho foi enviado pelo Lucas Henrique Gaspar que é Supervisor de Execução de Campinas - SP e região.

Ele nos informou que o trabalho foi feito pelo promotor Daniel em Valinhos - SP. Ele caprichou realizando um trabalho com o tema "Carnaval".

Muito bom Daniel, ficamos muito contentes de ver o seu trabalho e gostaria de aproveitar a ocasião para pedir aos nossos companheiros da liquida que continue nos mandando suas belas "obras de arte". Obrigado também ao Lucas Henrique Gaspar pela iniciativa de nos mandar as fotos. Grande abraço a todos

Trabalho de Merchandising com Refresco Tang

A Érica Tobias nos mandou mais um trabalho, agora com refresco Tang. Vamos deixar que ela fale para nós:

"Oi...meu nome é Érica Tobias e sou promotora da Kraft Foods...estou enviando mais um trabalho pra vocês de umas das lojas da Rede de Supermercados Pague Menos...

Um abraço a todos...valeu pela força!!!" (Email que recebemos da Érica)

Érica nós que agradecemos pelo apoio que nos tem dado mandando seu trabalhos para podermos apresentar aos nosso amigos apaixonados por merchandising.

Mais uma vez ficamos sem saber de que cidade você é, da próxima vez fale para nós pois estamos curiosos...rsrs...abraços

Trabalho de Merchandising da Nestlé

Gostaria de agradecer a todos que tem mandado seus trabalhos de merchandising, mas ao mesmo tempo gostaria de pedir a compreensão dos mesmos quanto a publicar seus trabalhos. Tenho recebido muitas fotos (o que é otimo) então as vezes demoramos um pouco para publicar o seu trabalho e ate mesmo para respondermos os email's mais não se desesperem pois seu trabalho será publicado. Se você por ventura mandou um trabalho e ainda não foi publicado e isso faz muito tempo pode mandar email cobrando que verificarei o que aconteceu.

Recado dado vamos mostrar mais um trabalho. Vamos deixar que o Valdeciel se apresente:

"Me chamo Valdeciel Cecilio da Silva, trabalho na nestlé e fiquei sabendo do PDV Ativo através de uma amiga que trabalha comigo e é muito legal estar divulgando o nosso trabalho para todo o Brasil.

Esse ponto extra é de cereal matinal, foi feito em Caruaru - PE cidade a qual eu resido, obrigado..." Email enviado pelo Valdeciel

Nós que agradecemos Valdeciel e o parabenizamos pela bela ação no PDV...

20 de abril de 2009

Trabalho de Merchandising da Nissin


Mais um trabalho que recebemos da equipe do Cristian da Nissin Miojo.

A autora do trabalho é a Ana Graciele de Cataguases - MG. Ela fez um belo trabalho. Ficou muito legal a chaleira e o garfo, representa muito bem o produto ao qual trabalha, dá um destaque muito legal aos clientes. Tenho certeza que deu seu recado no PDV.

Parabéns Ana Graciele muito bom mesmo.

O mais interessante é que poderia ser um simples ponto extra, mais a sua criatividade com certeza fez a diferença...

Carrefour tem crescimento aqui e queda no exterior

Entre os 10 principais países emergentes em que o Carrefour atua, o Brasil e a Argentina foram os dois únicos mercados onde as vendas da varejista francesa cresceram nos três primeiros meses deste ano sobre igual período de 2008, considerando a mesma base de lojas existente em ambos trimestres. O desempenho positivo faz com que a América Latina continue se destacando mundialmente, sendo a única região neste ano em que o Carrefour apresenta aumento nas vendas pelo critério "mesmas lojas", principal indicador utilizado pelo varejo.

Enquanto na América Latina houve um crescimento de 5,1% no faturamento, as receitas na França e Europa caíram 5% e 5,3%, respectivamente. Na Ásia, a queda foi ainda maior, de 6,7%, considerando-se o movimento das lojas abertas há pelo menos um ano.

No Brasil, o Carrefour registrou, pelo critério de "mesmas lojas", um aumento de 2,3% no primeiro trimestre. Considerando todas as lojas, o faturamento do grupo (em reais) foi 11,7% maior. Mas em euros, devido à desvalorização do real, o faturamento do grupo caiu 3,4%, totalizando ? 1,922 bilhão de euros nos três primeiros meses.

O Pão de Açúcar anunciou na semana passada que suas vendas brutas no conceito "mesmas lojas" cresceram 4,6% em relação ao primeiro trimestre de 2008. A varejista saiu-se melhor que o Carrefour. Ontem, as ações do Pão de Açúcar tiveram forte alta na Bovespa, de 6%, após o anúncio de que o atual presidente, Claudio Galeazzi, estenderá sua permanência e ficará no grupo até 2010.

" O crescimento de 11,7% no primeiro trimestre comprova a estratégia acertada do Carrefour no Brasil. Assim como já havíamos observado em 2008, as turbulências econômicas não chegaram a atingir o varejo de modo expressivo também nesse início de 2009, o que nos faz reiterar a confiança nos negócios no Brasil", afirmou Pedro Daniel Magalhães, diretor de finanças do Carrefour no país.

A dura situação econômica mundial fez com que o Carrefour enfrentasse um cenário adverso. Pela primeira vez em seis anos, o grupo registrou queda nas vendas globais no primeiro trimestre - de 2,8%, para ? 22,72 bilhões de euros (US$ 30 bilhões). Os franceses e espanhóis cortaram gastos e as lojas na China tiveram "forte desaceleração".

Fonte: Valor Econômico

Merchandising com Neston em Pernambuco

Olha o pessoal de Pernambuco na área. A Thaisa Lima de Caruaru-Pe nos mandou mais um lindo trabalho.

Que ideia fantástica, ela emplacou um cross merchandising de muito bom gosto. Deu um destaque muito bom aos produtos. E tenho certeza que teve um óptimo resultado.

Parabéns Thaisa são de ideias assim que queremos mostrar aqui, servindo de inspiração para outros profissionais...Abraços a todos.

18 de abril de 2009

Merchandising da Bordon

Mais um belo trabalho que recebemos do Jesse de Fortaleza - CE. Uma das coisas que aprecio bastante no Jesse é que alem de ser um ótimo profissional, ele não polpa tempo para tirar foto passo a passo do trabalho que ele realiza.

É uma excelente ideia para todo mundo que acompanha e manda trabalhos aqui, podemos fazer o mesmo, a medida que vamos fazendo o trabalho vamos tirando as fotos para mostrar como o trabalho foi feito. O pessoal mais novo na área pode aprender muito com isso, não é não Jesse? Grande Abraço e parabéns pelo ótimo trabalho.

Trabalho de Merchandising Reckitt Benckiser

A nossa especialidade é mostrar os trabalhos de merchandising desenvolvido pelos melhores promotores de vendas do Brasil.

Esse trabalho que vamos mostrar agora vem de Porto Alegre - RS. Quem nos enviou foi a Simone Tavares. Já mostramos alguns trabalhos realizado pela sua equipe.

Esse é sem duvida um óptimo trabalho que da muito destaque muito bom ao produto. Se com pequenas prémios já se tem um bom resultado imagina esse prémio ai, é um impacto visual espectacular. Parabéns a Simone e a sua equipe.

Yoki investe mais na marca Mais Vita

A suspensão da produção de amido de mandioca na fábrica da Yoki em Guaíra (PR), cidade de 30 mil habitantes a 670 quilômetros de Curitiba, dá uma dimensão dos rumos que a empresa alimentícia está dando aos seus negócios. Criada em 1990, a marca Yoki, sucessora da cinquentenária Kitano, tem deixado de ser uma fabricante de cereais, farináceos, pipocas e paçoquinhas para incluir mais produtos elaborados em seu portifólio.

"Se nos anos 90 a nossa receita se concentrava em produtos básicos, como fubá, polvilho e amido de milho, hoje cerca de 25% do faturamento vêm desse tipo de produto", diz o vice-presidente da Yoki, Gabriel Cherubini. Ele traça uma nova meta para os próximos dez anos: transformar a marca Mais Vita, de produtos à base de soja, lançada em fevereiro de 2008, na líder de receita da empresa. Hoje, essa marca responde por apenas 8% do faturamento, que foi de R$ 820 milhões em 2008.

"Mas ainda este ano a Mais Vita vai aumentar sua participação na receita total para 10%, pelo menos", afirma Cherubini, que prevê faturamento total de R$ 920 milhões em 2009. O executivo, genro do fundador, Yoshizo Kitano, acredita que a aposta nos produtos de apelo saudável é o melhor caminho a ser trilhado. Criada há dez anos, a marca Mais Vita - de produtos como linhaça, gergelim e açúcar mascavo - era bem pouco expressiva até fevereiro do ano passado, quando a Yoki incrementou a linha com o lançamento da bebida à base de soja. Hoje, 14 meses depois, já está na vice-liderança desse mercado que não para de crescer e movimentou R$ 673 milhões no ano passado, segundo a Nielsen. De acordo com Cherubini, a bebida da Mais Vita tem um naco de 9% desse segmento muito disputado e só perde para a líder absoluta Ades, da Unilever, dona de 63%.

Agora, a Yoki investe R$ 2 milhões para ampliar a linha em quatro sabores da bebida. Dois deles - milho verde e paçoquinha - aproveitam o ensejo das festas juninas, período que concentra entre 25% e 30% do faturamento da fabricante no ano.
"Se a aceitação for boa, vamos manter os sabores sazonais durante o ano todo", diz Cherubini, que também leva às gôndolas a bebida Mais Vita chá verde com hortelã e chá verde com limão. Haverá degustação em cerca de 400 pontos de venda no país.

Na esteira das novidades saudáveis, a marca Yokitos, de salgadinhos, terá reduzido em cerca de 25% seu teor de sal no segundo semestre. As embalagens de produtos como bolinhas de queijo, conchinhas de presunto e bacon já estampam a apresentação "Enriquecido com 10: 9 vitaminas + ferro; fonte de fibras".

Há lançamentos menos ortodoxos, como o Juninho, um cone de cartolina recheado com minis pés de moleque. Sazonal, o produto será pendurado em "parreiras", a exemplo de ovos de Páscoa. "A ideia vem do interior de Minas, onde doces em cartolinas coloridas é tradição nessa época", diz Cherubini.

Com novas sopas na metade do ano, a marca Kitano deixa de figurar entre os chás, categoria agora representada só pela marca Lin Tea, da Yoki. A empresa decidiu concentrar na Kitano as sopas e condimentos. Outras marcas são Chef Line (voltada ao mercado de alimentação fora do lar) e Tori (de ração para pássaros).

Ao todo, os investimentos deste ano somam R$ 5 milhões, metade do que foi aplicado em 2008. Um reflexo da crise, segundo Cherubini, que não descarta, porém, o crescimento de 12% este ano. "Aumentando a presença no Nordeste, com a abertura de uma filial em Fortaleza (CE), onde as vendas têm ido muito bem, assim como no Centro-Oeste", afirma.

Enquanto isso, a Hikari, concorrente que compartilha com a Yoki a ascendência japonesa e a época de fundação, tenta sair de um processo de recuperação judicial. É dona de uma fábrica em Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo. Já a Yoki tem oito fábricas, incluindo a desativada em Guaíra. "Ainda não sabemos se vamos retomar a produção lá", diz o executivo, sem dar detalhes. Segundo a Prefeitura de Guaíra, a operação, bastante automatizada, contava com cerca de 25 funcionários e foi suspensa há dois anos. Para isso, teria contribuído a crise na produção de mandioca na região, com excesso de oferta, que baixou muito o preço da matéria-prima.
www.yoki.com.br

Fonte: Valor Econômico

17 de abril de 2009

PDV Ativo recebe o "Premio Renato Selmi"

Essa é uma ocasião especial para mim. O PDV ATIVO recebeu um maravilhoso prémio do Grupo Selmi.

Eu tive o prazer de receber das mãos do Supervisor de Vendas José António Manhas e do Coordenador de Merchandising Silvino Francisco o "Prémio Renato Selmi".

Sobre o Prémio

Em homenagem ao Sr. Dr. Renato Selmi, um dos grandes responsáveis pelo crescimento do Pastifício Selmi. Foi criado o "Prémio Renato Selmi" que reconhece os grandes destaques do ano.

A ideia de criar um site que divulga trabalhos de merchandising nos rendeu esse maravilhoso Prémio, (Destaque de 2008) desta que já é a maior empresa de massas do Brasil. Mas que vem ampliando seu portefólio com novos produtos como café, biscoitos, queijo ralado entre outros lançamentos que virão por aí.

Aproveito para agradecer pelo Prémio a mim concedido, mas gostaria de dividi-lo com todos aqueles que mandaram seus trabalhos, comentaram ou participaram de algum modo para o nosso sucesso.


Nossos amigos que acompanham o PDV ATIVO desde o seu nascimento (27 de Agosto de 2008), tem observado que estamos andando a passos largos em busca da contínua evolução.

O PDV Ativo nasceu com o intuito primário de destacar os trabalhos de merchandising desenvolvido pelos nossos amigos promotores de venda, coordenadores, supervisores de venda e enfim todos aqueles que são amantes da arte do merchandising de qualidade.

Assim nasceu o PDV ATIVO e continua mais ativo do que nunca, "conquistando terras" e "invadindo fronteiras" desse imenso Brasil. Graças aos profissionais que mencionamos que fazem do PDV ATIVO um sucesso. Vejam os números em 8 meses de existência:

  • Mais de 3.000 Email's recebidos (Fora os SPAN'S)
  • Mais de 175 fotos já publicadas
  • Recebemos fotos de 14 estados do Brasil.
  • Até o momento mais de 15.600 acessos .
  • Quase 39.000 paginas abertas.
  • Dando uma média de 160 páginas abertas por dia.
  • Quase um milhão de cliques (anúncios, links, etc)
  • 90 % das visitas que recebemos são do Brasil
  • O PDV Ativo já foi visitado por pessoas de mais de 60 Países. (clique na imagem para ampliar )


Esses são apenas alguns números que gostaria de compartilhar com nossos amigos que acompanham o PDV Ativo e dão o seu apoio. Vamos crescer muito mais e divulgar ainda mais os trabalhos desses profissionais ou deveria chamar de artistas.....Abraços e mais uma vez obrigado a todos.

Campeiro Alimentos fecha as portas

A Campeiro Alimentos, localizada em Tubarão (SC), fechou as portas depois de 20 anos de mercado. Com dificuldades de pagamento de dívidas que somam cerca de R$ 40 milhões, a beneficiadora do arroz Campeiro demitiu seus 130 trabalhadores e acertou no último dia 6 um acordo rescisório.

De acordo com informações de mercado, a Campeiro Alimentos processava cerca de 10 mil toneladas de arroz por mês, proveniente do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, e tinha filiais de comercialização em São Paulo, Distrito Federal, Bahia, Maranhão e no Rio Grande do Sul.

Jaime Franzner, presidente da empresa Urbano e do Sindarroz-SC, sindicato que representa as 40 indústrias produtoras de arroz no Estado, considerou o caso isolado, e não um problema generalizado de todo o segmento.

"A crise estourou de uma hora para outra na empresa", disse. Franzner notou, entretanto, que a Campeiro havia reduzido o ritmo de compras de arroz na safra colhida a partir do último mês de janeiro em Santa Catarina. Segundo ele, a Campeiro estava entre as dez maiores produtoras de arroz do Estado. Entre as suas concorrentes, além da Urbano, estão Cereais Realengo e Copagro.

A Campeiro teve seu controle vendido há cerca de três anos para o empresário americano Gary Kennedy e um sócio brasileiro chamado Alexandre Tavares, que não foram localizados pelo Valor. Um novo administrador, Liandro Concalo, que assumiu em abril, depois que a crise financeira da empresa estourou, também foi procurado, mas não respondeu aos pedidos de entrevista. Ontem, ninguém atendia o telefone da Campeiro.

O fechamento repentino da empresa está motivando uma denúncia e um pedido de prisão preventiva à Justiça Federal pelo procurador da República do Ministério Público Federal Celso Três, de Tubarão, que informou que fará a acusação nesta quarta-feira. Três afirma que houve defraudação de penhor contra a fazenda pública (estelionato) por parte de Tavares, que, para o procurador, "pode ter ludibriado o sócio americano".

Segundo ele, o ex-administrador da empresa pegava empréstimos do governo federal a baixos juros, usados para fomentar a agricultura, e repassava esses recursos para a sua factoring Maxicred, que então repassava verba para agricultores a taxas mais altas, constituindo assim a prática de agiotagem com uso de dinheiro público.

Segundo Três, os agricultores, em vez de beneficiados pelo baixo juro do dinheiro do governo federal, eram "espoliados". O procurador reuniu como exemplo 59 produtores que, juntos, teriam contraído empréstimos de R$ 2,9 milhões no início da safra de 2008 e que tiveram que pagar R$ 4,1 milhões cerca de seis meses depois.

Empresas concorrentes ouvidas pela reportagem informaram que "estranhavam" o fato de a Campeiro pagar um valor cerca de 10% maior que o resto do mercado pela produção do arroz no campo e vender cerca de 10% mais barato no varejo. "Essa conta não fechava. Não sabíamos se éramos nós que não sabíamos trabalhar ou se era essa empresa", disse um empresário do ramo, que considerou também agressiva a estratégia de abertura de filiais nos últimos anos.

Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Carnes e Alimentos de Tubarão e Região, Vilmar Antônio de Faveri, o sindicato chegou a entrar na Justiça para garantir o pagamento da rescisão dos funcionários da empresa porque havia indícios de que ela poderia não cobrir as despesas por conta do agravamento de problemas financeiros.
"Sabíamos que ela estava devendo a produtores e agimos para assegurar o direito dos trabalhadores, com estoques e maquinários", disse. Segundo ele, no dia 6 foi acertado o aviso prévio e o recebimento de todos os direitos, considerando inclusive um aumento de 6,5% do salário. A data-base da categoria seria em maio. O sindicalista destacou que os salários estava sendo pagos em dia e não houve férias coletivas recentes que indicassem os problemas. "Havia apenas comentários de produtores que não estavam recebendo os pagamentos da safra pela empresa".

Santa Catarina é o segundo maior produtor de arroz do país, atrás somente do Rio Grande do sul. O Estado é responsável por 8,4% da produção nacional, colhendo aproximadamente 1 milhão de toneladas por ano, de acordo com dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A cidade de Tubarão é a quarta mais forte na produção catarinense de arroz. As três maiores são Araranguá, Criciúma e Joinville.

Fonte: Valor Econômico

16 de abril de 2009

1º lugar Brasil – Concurso de Merchandising Nissin 2005

Olha nos aqui outra vez. Estou muito feliz de estar recebendo tantas fotos de todos os cantos desse Brasil maravilhoso. E vamos directo para a Bahia, a cidade é Itabuna situada no sul do estado. Quem mandou o email foi Jener Costa, vejam na íntegra o email:

"Caros criadores do blog PDV ATIVO, estava procurando alguns trabalhos de merchandising na Internet e me deparei com o site de vocês.

Parabéns pelo trabalho, é muito bom poder analisar trabalhos de diversas marcas e buscar novas ideias e conceitos.

Gostaria de colaborar com este site enviando alguns trabalhos e abrindo o nosso blog para que visualizem alguns dos nossos trabalhos de merchandising.

Fico feliz em poder compartilhar as nossas ideias e de ser colaborador deste blog tão importante."

Legal Gener lindo trabalho não é atoa que ganhou o primeiro lugar, é um prazer para mim poder mostrar o que nossos companheiros de merchandising tem criado no PDV. Muito obrigado pelo carinho que vocês tem demonstrado. A alegria é muito grande. Espero continuar recebendo e mostrando para o Brasil e o mundo o talento desses profissionais...Abraços a todos

15 de abril de 2009

Trabalho de merchandising da Pascoa Nestle

Vamos aproveitar o embalo e mostrar mais um belo trabalho de merchandising da Páscoa 2009 da Nestle. Pra quem achou que não teríamos muito trabalho com o tema 'Pascoa" se enganou. E o pessoal da Nestle não dormiu no ponto fizeram um trabalho mais bonito que o outro. Esse aqui veio de Fortaleza - CE, a Cristina Paiva quem nos mandou o email que publico na integra aqui:

Olá, sou Cristina (Cris) da Nestlé de Fortaleza, no Ceará. Fiquei feliz em encontrar um blog que mostra a nossa luta constante por participação nas lojas. Não poderia ficar de Fora. Estou enviando a foto do nosso trabalho realizado na loja Extra 1344 Montese, em Fortaleza. Contou com a participação dos promotores: Jean, Claudinho, Claudia, Elisãngela, Joelia, Laurindo e Cris. Apesar do tempo de 14 horas para finalização, foi muito gratificante ver nosso trabalho concluído. Espero que gostem. um abraço.

Você esta certa Cris o trabalho e as horas dedicadas nesse trabalho valeram mesmo a pena. Parabéns a equipe por nos ter presenteado com essa bela exposição e esperamos que não esqueçam de nós e continuem mandando seus trabalhos e espalhando a ideia a todos os nossos amigos Cearenses. Abraços

Merchandising da Nestle de Salvador

Já mostramos hoje trabalhos de São Paulo, Minas Gerais e agora vamos para Bahia, mais especificamente para Salvador. Wexlei Carvalho é o nome da fera, leiam na integra o email que ele nos mandou:

"Olá Pessoal, sou o Wexlei Carvalho, Promotor de Merchandising da Nestle. Estou mandando uma foto do trabalho de Pascoa em 2009. Espero que gostem!!!Grande abraço a todos e parabéns por esse site!!!!"

Obrigado Wexlei por nos mandar seu trabalho...com certeza gostamos muito do seu trabalho, muito show. Uma bela exposição com o tema "Pascoa". Parabéns meu amigo você esta no rol dos profissionais que fazem a diferença no PDV.

Trabalho de merchandising da Garoto

De Belo Horizonte essa cidade maravilhosa e de um povo bastante simpático e hospitaleiro vem esse trabalho.

A Fernanda Gomes Avelino de Souza, lembram dela?

Ela é promotora de vendas da Garoto e já nos mandou outros belos trabalhos que publicamos aqui. E Esse não é diferente, como sempre ela caprichou nos detalhes fazendo um trabalho com tema de natal.

Parabéns Fernanda, estava achando que a gente não iria publicar mais seu trabalho não é...pois é eu tardo mais não falho...abraços a todos que acompanham o PDV Ativo.

Trabalho de Merchandising Perdigão

Aos amantes do merchandising estamos aqui para apresentar mais obras de artes criadas no PDV por nossos companheiros.

Tem muitas fotos pra gente mostrar ainda. Gostaria de agradecer de coração o apoio que os promotores de vendas, supervisores e coordenadores de merchandising tem nos dado mandando fotos e email para nós. Só assim podemos cumprir nosso papel de pode mostrar os trabalhos e é claro poder servir de modelo para novas criações de tro do PDV.

Esse trabalho mostrado aqui é do Andreclis Sanches Martins da equipe "Guerreiros do Merchandising Perdigão" de Campinas - SP. Valeu, bela exposição

Miss Daisy. O melhor vem agora, com a NewStyle

Em 2009, Miss Daisy vai atuar fortemente com ações Below The Line para aproximar a marca de seus consumidores. A NewStyle é a responsável pelo planejamento estratégico dessas ações e, a partir de 15 de abril, já poderá ser vista em cerca de 90 pontos-de-venda de São Paulo uma degustação totalmente diferenciada.

O produto sai de seu ponto natural (o freezer) para encontrar seus consumidores por toda a área dos super e hipermercados. Para isso, a agência desenvolveu um carrinho com sistema de refrigeração próprio. Junto a esta ação, serão positivados materiais de PDV e cross merchandising que sugerem a combinação de Miss Daisy com diversos outros produtos.

O conceito “O MELHOR VEM AGORA” assina todos os materiais e também foi criado pela NewStyle, posicionando Miss Daisy como a sobremesa que muda o sabor do dia-a-dia do consumidor. O objetivo dos materiais é proporcionar visibilidade para a marca dentro do PDV, divulgando o portfólio e gerando interação com seus consumidores.

Degustação volante de Miss Daisy - Sadia

Produtos: Tortas, Frozen Mousses e Sorvetes

Data: 15/04 a 24/06/2009

Local: Estado de São Paulo

Ficha Técnica

Criação: Claudio Xavier, Adriana Salles, Ricardo “Brad” Correia, Ana Succi

Planejamento/Logística: Tânia Meller, Adriana Goz, Thiago Coelho

Atendimento: Alice Coutinho, Carolina Vanuci, Bruna Alonso

Produção/Operação: Henrique Castilho, Rosana Pastene, Josiane Ramos, Patricia Queiroz

Aprovação: Mariana Carmo, Taís Fechino

Sobre a marca

Sinônimo de categoria de sobremesas congeladas, Miss Daisy da Sadia surpreende com o excelente sabor e visual atrativo dos produtos. É referência de sabor e qualidade, com um portfólio variado para todos os gostos. São tortas, frozen mousses e sorvetes deliciosos, elaborados com ingredientes selecionados e perfeitos para acompanhar qualquer cardápio e ocasião.

Sobre a NewStyle

A NewStyle é uma agência, com mais de 15 anos de experiência no Mercado Promocional, que faz parte do grupo ABC, a maior holding Nacional de Agências de Comunicação. Tem como principais clientes: Amanco, AmBev, Bradesco, Docol, Kraft Foods, Marfrig, P&G, Sadia, Telhanorte e Tetra Pak.

Através de uma análise dos objetivos definidos e da identificação das ferramentas de marketing adequadas às exigências de cada projeto, a principal estratégia da agência é a reinvenção constante das ações e peças direcionadas para o ponto-de-venda, levadas ao conhecimento do consumidor. Com o know-how de 130 profissionais, distribuídos nas áreas de Atendimento, Criação, Planejamento, Operações, RH e Financeira/Administrativa, atende de forma ágil, gerando resultados positivos, com campanhas estrategicamente elaboradas para atingir os objetivos propostos.

12 de abril de 2009

Trabalho de Merchandising da Unilever

De Arujá - SP recebemos o trabalho do Alexandre Rodrigues.

Um belo trabalho com sabão em pó Omo. Queremos agradecer o Alexandre pela persistência e a compreensão, uma vez que tinha nos mandado outro trabalho mais não deu para publicar pois a foto tinha uma definição muito baixa.

É isso aí, demoramos um pouco para publicar Alexandre mais está aí seu trabalho. Um grande abraço e continue nos mandando mais trabalhos que teremos o prazer em mostrar aqui

Trabalho de Merchandising da Sadia

Não damos folga nem no domingo. Esse trabalho foi feito em Itabira -MG com a margarina Qualy Sadia. O nome do autor é Fábio Henrique.

O Fábio dominou a PDV com seu produto e para mostrar pra todo mundo que ele estava na área ele fez um "baita" de um banner em cima do refrigerador destacando ainda mais o seu trabalho.

Parabéns a mais um profissional que fez a diferença no PDV e mostrou seu trabalho aqui no PDV Ativo...

10 de abril de 2009

Trabalho de Merchandising Minuano


Tem carioca na área. É o Wagner Silva do Rio de Janeiro - RJ que nos presenteia com mais uma bela obra de arte no PDV.

Ele fez uma bela arvore de natal com detergente Minuano. Ficou muito legal alem de caprichar também na foto.

Lembrando que o Wagner nos mandou muitas outras fotos que vamos mostrar no decorrer do tempo. Parabens meu amigo...abraços

Trabalho de Merchandising da Perdigão

O trabalho que vamos mostrar é da região de Campinas - SP. Sumari Fernandes da Cruz é o nome do autor desse belo trabalho com salame perdigão.

Isso que nos deixa muito felizes, o fato de recebermos vários trabalhos de todos os seguimentos e de todas as áreas. Isso para mostrar que a criatividade dos profissionais de merchandising não tem fim e nem fronteiras.

É muito gratificante poder mostrar essas exposições e evidenciar o trabalho dessa classe que é ponta de lança no PDV.

9 de abril de 2009

Trabalho de Merchandising da Nestle

Estamos de volta. Depois de uns dias sem apresentar os belos trabalhos de nossos amigos...isso por razões técnicas. Mais voltamos com a corda toda e sem demora vamos mostrar o trabalho do Wexlei Carvalho de Salvador - BA.

Ele fez um belo trabalho de merchandising com Leite Ninho e usou o tema "Olimpíadas". Ficou bem legal Wexlei, parabéns e obrigado por compartilhar conosco.

Fez uso da variedade de cores das latas que deu um toque especial ao trabalho...

5 de abril de 2009

Trabalho de Merchandising da Nestle do Pernambuco

Recebemos o primeiro trabalho de Pernambuco. Como de costume vamos deixar que a autora do trabalho se apresente:

"Olá, Sou Thaisa Lima de Caruaru Pernambuco, promotora da nestlé adoro merchandinsing e me encantei ao encontrar um site de excelentes trabalhos pois é muito importante compartilharmos os nossos trabalhos com as pessoas!

Estou enviando um dos meus trabalhos para vocês,espero que gostem!
Esta foto foi no supermercado Comprebem Caruaru"

Thaisa agradecemos o seu contato e gostaria de parabeniza-la pelo belo trabalho que compartilhou conosco e espero que seja nossa representante aí em no Pernambuco espalhando para todos nossos companheiros da área de merchandising...grande abraço a todos.

Trabalho de merchandising da Nestle em Ribeirão Preto


Os promotores Carlos Maganha e Luiz Algusto nos mandaram mais um belo trabalho de merchandising.

Eles são de Ribeirão Preto - SP e fizeram um belo trabalho com biscoitos Nestle.

Ele nos disse que ficaria muito contente de ver seu trabalho publicado aqui.

Pode ter certeza que ficamos muito felizes por publicar o trabalho de vocês, aliás é um prazer poder publicar o trabalho realizados por todos nossos companheiros de merchandising...

Trabalho de Merchandising de Nissin Miojo


Vamos mostrar mais um belo trabalho de merchandising. O Alexandre vai nos apresentar:

"Me chamo Alexandre Dias, sou coordenador de merchandising da Nissin Ajinomoto Alimento Ltda, estou enviando a foto deste trabalho temático montado na loja do Compre Bem Vila Prudente em São Paulo, onde tive auxilio do Monitor Marcos Beato e da promotora Elisangela."

Parabéns para a equipe pelo ótimo trabalho.

Clique na imagem para ampliar

2 de abril de 2009

Trabalho de Merchandising da Pedigree


De Minas ao Ceará e agora vamos para o sul. O Alexandre Aparecido Aguiar de Lima de Curitiba - PR nos enviou mais um trabalho.

Como era de se esperar, mais um belo trabalho de Pedigree que ele compartilha conosco.

Como sempre com muita qualidade cuidando dos mínimos detalhes, dessa vez até usou uns cachorrinhos ali para dar um toque especial.

Outra coisa que gostaria de destacar é a qualidade da foto com resolução muito boa, eu mencionei isso aqui mais nunca é demais frisar que as vezes podemos fazer um trabalho de qualidade mais pecamos ao tirar a foto, fica a dica galera.

Parabéns Alexandre, isso é que faz a diferença no PDV.

Trabalho de Merchandising de Sardinha Coqueiro

De Minas Gerais partimos para Fortaleza - CE. O Carlos Eugenio Oliveira nos apresenta outro belo trabalho, aliás já estávamos com saudades de seus trabalhos.

Agora matamos a saudade vendo essa bela obra de arte feita com produtos Coqueiro. E cá entre nós deu um trabalhão fazer esse barco gigante.

O Carlos chamou o trabalho de "Barco Quaresma", não precisa explicar por que não é mesmo? Ele disse ainda que é o melhor trabalho do Norte e Nordeste.

Muito Show, parabéns por mais essa ação no PDV.

Trabalho de Merchandising Refresco Mid


Olha o Cristian e sua equipe na área. O nome do autor do trabalho com refresco Mid é Wagner de Juiz de Fora - MG .

Os mineiros não estão de brincadeira não.

Trabalho muito legal, embora seja um trabalho com um volume relativamente pequeno, mais que com certeza chama bastante atenção pela qualidade e criatividade.

Bom uso dos materiais de merchandising, ele colocou até uns pacotinhos de refresco na aba do guarda sol, gostei.

Parabéns pelo belo trabalho.