29 de fevereiro de 2012

Valor da Apple supera meio trilhão de dólares




O valor de mercado da Apple superou US$ 500 bilhões pela primeira vez, consolidando sua liderança como o negócio mais valioso do mundo e alcançado alturas jamais vistas por qualquer companhia desde a última recessão econômica.

As ações da Apple valorizaram 1,3%, para US$ 542,44 às 9h30 no horário de Nova York, trazendo o seu valor de mercado para US$ 505,8 bilhões. As ações da Apple subiram 34% em 2012, seguindo os ganhos de cada um dos últimos três anos. A companhia vale US$ 93,4 bilhões mais do que o segundo negócio mais valioso do mundo, a Exxon Mobil Corp.

Os investidores da Apple estão antecipando um aumento nas vendas a partir do lançamento da nova versão do tablet iPad, no dia 7 de março. Os investidores também apostam na chegada de um novo iPhone no terceiro trimestre, e a possibilidade de a Apple oferecer um dividendo, o primeiro desde 1995, afirmou Howard Ward, gerente financeiro da Gamco Investors Inc., em Rye, Nova York. A demanda por produtos da Apple ajudou a aumentar o lucro da empresa mais rapidamente do que o preço das ações, tornando a relação preço-lucro mais favorável, disse ele.

“De forma impressionante, o seu valor de mercado aumentou para o nível de US$ 500 bilhões enquanto a relação preço/lucro é a realmente contratada”, afirmou Ward, que ajuda a supervisionar US$ 36 bilhões em ativos. “A relação entre preço da ação e a expectativa de lucro por ação é de 12 vezes e contrasta de forma gritante com a experiência da Cisco Systems, que vendeu ações em mais de 100 vezes o seu lucro por ação, quando se aproximou do nível de US$ 500 bilhões em 2000.”

Após a negociação, perto da marca de meio trilhão de dólares durante a era das pontocom, a Cisco Systems Inc. caiu para um valor de mercado de US$ 108,7 bilhões. A última empresa dos Estados Unidos avaliada em US$ 500 bilhões foi a Exxon, em abril de 2008, de acordo com dados compilados pela Bloomberg. A petroleira baseada em Irving, Texas, é avaliada agora em US$ 412,3 bilhões.

Fonte: Valor Econômico
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