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21 de novembro de 2012

Pernambucanas comemora aniversário com promoção


A Pernambucanas realiza a promoção “Seu sonho vale mais”, que presenteará os consumidores com até R$ 300 mil em prêmios.


A ação comemora o aniversário da rede varejista e, a cada R$ 120,00 em compras realizadas em qualquer departamento da loja vale um cupom para participar dos sorteios.

Além disso, a marca preparou diversas ofertas e condições especiais em vários setores com itens femininos, masculinos e infantis. São camisetas, regatas, saias e bermudas jeans.

Também estão sendo vendidos com valores promocionais jogos de cama, edredons, mantas, toalhas, tapetes, capas de sofá, cortinas e eletroeletrônicos que estão disponíveis nas 286 lojas de todo o Brasil. Os produtos apresentam preços a partir de R$ 9,90.

Fonte: Exame

15 de março de 2012

Sindicato faz protesto em frente a loja Pernambucanas




O Sindicato dos Comerciários de São Paulo fez, nesta quinta-feira, uma manifestação em frente a uma loja da rede Pernambucanas, no centro da capital paulista. Segundo o presidente do sindicato, Ricardo Patah, o protesto objetivou chamar a atenção da população para as denúncias de trabalho análogo à escravidão na cadeia produtiva da rede. “Nós temos esse compromisso, em toda e qualquer situação que aparenta situações graves como essa, de fazer manifestações para conscientizar a sociedade”, disse.

Como as Pernambucanas se recusaram a assinar um termo de ajuste de conduta (TAC), o Ministério Público do Trabalho (MPT) entrou, na semana passada, com uma ação civil pública contra a empresa. De acordo com a autora da ação, a procuradora Valdirene Silva de Assis, as investigações feitas, entre agosto de 2010 e março de 2011, constataram o uso sistemático do trabalho análogo à escravidão pelos 200 fornecedores têxteis das lojas.

Os fornecedores, de acordo com o MPT, contratam pequenas oficinas para confeccionar as roupas encomendadas pela rede. “Esse modo de produção é uma forma de tentar eximir o dono da cadeia produtiva da sua responsabilidade”, ressaltou o a procuradora. Nesses locais, os trabalhares, na maioria bolivianos, cumprem jornadas até 16 horas [de trabalho], em condições insalubres, com pagamentos irrisórios. Na última fiscalização feita em uma dessas oficinas, 16 pessoas foram libertadas, incluindo dois adolescentes.

O MPT aguarda agora a resposta do pedido de tutela antecipada feito na ação judicial. Caso a solicitação seja aceita, as Pernambucanas terão que agir imediatamente para impedir as irregularidades na cadeia produtiva. “O essencial é que coíba desde o início a prática do trabalho escravo. Impeça a contratação de trabalhadores em situação irregular no país. E que zele pelo ambiente, tanto de trabalho, como alojamento desses trabalhadores e suas famílias”, ressaltou Valdirene.

A rede Pernambucanas informou, por meio de nota, que já adota uma série de procedimentos para coibir práticas irregulares de seus fornecedores. A empresa sustenta que tem “uma equipe interna de auditores que trabalham com dedicação exclusiva na avaliação das práticas adotadas por seus fornecedores; nessa frente, também conta com serviços de certificação de entidades reconhecidas nacional e internacionalmente”.

Segundo o comunicado, a rede deixou que a situação fosse levada a esfera judicial para “manter íntegro o seu entendimento dos fatos”.

Fonte: DCI

12 de março de 2012

Pernambucanas é acusada de trabalho análogo à escravidão





O Ministério Público do Trabalho instarou ontem uma ação judicial contra a rede varejista Pernambucanas por suspeitas de irregularidades na cadeia de produção de vestuário, como submissão ao trabalho análogo ao escravo de funcionários e fornecedores.

A investigação ocorreu entre agosto de 2010 e março de 2011 e, de acordo com o órgão, a rede se recusou a assinar um Termo de Compromisso de Ajuste de Conduta.

Diante da negativa da loja, o MPT informou que entrou com a ação civil pública e pede que a rede varejista pague uma multa de R$ 50 mil por obrigação descumprida e R$ 5 mil por trabalhador que tenha seu direito violado. Como indenização por danos morais à coletividade de trabalhadores, o MPT pede valor de R$ 5 milhões, que será revertido ao FAT – Fundo de Amparo ao Trabalhador.

Além disso, na ação, o MPT solicita que a Pernambucanas seja condenada a “não permitir a utilização de mão de obra de trabalhadores estrangeiros não autorizados a permanecer e/ou trabalhar no Brasil; a não admitir a submissão de trabalhadores brasileiros ou estrangeiros a condições análogas à de escravo e degradantes”, dentre outros.

Segundo o MPT, os trabalhadores, na maioria bolivianos, trabalhavam 14 a 16 horas por dia e recebiam de R$ 0,20 a R$ 0,50 por peça costurada. Segundo o órgão, desde o início de julho do ano passado, o MPT realizou audiências com a Pernambucanas para tentar um acordo de ajuste de conduta.

Procurada, a empresa informou que não deve se manifestar a respeito.

Fonte: Valor Econômico