Mostrando postagens com marcador Economia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Economia. Mostrar todas as postagens

10 de julho de 2012

Itau e BMG se unem para criar novo banco


O novo banco criado a partir da associação entre o Itaú Unibanco e o BMG entrará em operação até o último trimestre deste ano.

A transação entre o maior banco privado do país e a instituição mineira, especializada em crédito consignado (com desconto em folha), foi anunciada na manhã desta terça-feira.

A nova instituição, que nasce com capital social de R$ 1 bilhão, sendo 70% aportado pelo Itaú, será totalmente dedicada a esta modalidade de empréstimo.

A meta é atingir uma carteira de crédito de R$ 12 bilhões dentro de dois anos.

Hoje, a carteira de consignado do Itaú é de cerca de R$ 10 bilhões e a do BMG, de R$ 25 bilhões.

"Queremos chegar à liderança desse mercado nos próximos dois anos", disse Roberto Setubal, presidente do Itaú Unibanco, em coletiva de imprensa realizada na tarde desta terça-feira.

"Juntos, podemos proporcionar uma expansão mais rápida desse tipo de crédito no país", afirmou.

Nos próximos meses, a direção das duas instituições trabalhará para definir as condições oferecidas aos clientes dos novos bancos.

"As taxas poderão ficar mais competitivas", disse Ricardo Guimarães, presidente do BMG.

Segundo Setubal, a negociação durou menos de uma semana e foi finalizada na noite de segunda-feira.

Outras instituições, como o Bradesco e o BTG Pactual, estavam na disputa pelo banco especializado em consignado.

Fonte: Folha de S. Paulo

30 de março de 2012

As 250 maiores empresas somaram venda de US$ 2,8 Tri




As 250 maiores empresas de bens de consumo do mundo somaram vendas líquidas de US$ 2,8 trilhões em 2010, segundo ranking que está sendo divulgado hoje pela consultoria Delloitte. O aumento em relação a 2009 é de 8,4%. A coreana Samsung, de produtos eletroeletrônicos, lidera a lista, com vendas líquidas de US$ 134,5 bilhões; seguida da Nestlé, do setor de alimentos, com US$ 104,5 bilhões.

O ranking inclui 10 empresas latino-americanas, sendo quatro brasileiras: Natura, de cosméticos (222ª posição e pela primeira vez no ranking), e as fabricantes de produtos alimentícios JBS (17ª), Brasil Foods (54ª) e Marfrig (81ª). As empresas latino-americanas somaram vendas líquidas de US$ 9,7 bilhões - uma pequena fatia do total faturado (US$ 2,8 trilhões) pelas 250 companhias -, mas contribuíram com 22,2% do crescimento apresentado pelo grupo. O ritmo de crescimento das latino-americanas (brasileiras e mexicanas, na maioria) foi 2,5 vezes maior do que o grupo das 250 companhias.

Dentre as dez maiores empresas de bens de consumo do mundo, além de Samsung e Nestlé, a Deloitte listou Panasonic, Procter & Gamble, Sony, Apple, Unilever, PepsiCo, Nokia e Kraft Foods.

O estudo não traz dados de 2011, quando o crescimento em muitos países, Brasil incluído, desacelerou-se. Mas os consultores da Deloitte observam que o ano de 2012 mostra-se “instável” para as empresas de bens de consumo, com crise na Europa, distúrbios sociais em várias regiões do mundo e eleições em vários países desenvolvidos.

Os principais mercados emergentes continuarão a apresentar as maiores oportunidades de crescimento para as empresas de bens de consumo, segundo a Deloitte. Brasil, Índia e China, na opinião dos técnicos da consultoria, devem continuar a puxar o crescimento do produto interno bruto (PIB) mundial.


Fonte: Valor Econômico

12 de março de 2012

Hypermarcas vê lucro líquido recuar 41%





A Hypermarcas, maior fabricante brasileira de bens de consumo, reportou hoje queda de 41% no lucro líquido do quatro trimestre do ano passado, chegando a R$ 49,6 milhões ante os R$ 84,1 milhões registrados no mesmo período do ano passado.

A receita líquida acumulada no quarto trimestre foi de R$ 841,8 milhões, registrando uma ligeira alta de 1,3% na comparação anual. A margem bruta foi de 57,4%, variação de 0,4 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2010.

A geração operacional de caixa da Hypermarcas, medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebtida, na sigla em inglês), somou R$ 278 milhões, alta de 35,8% na comparação com o mesmo período de 2010.

Em relação ao Ebtida ajustado - antes das receitas não recorrentes de R$ 30,9 milhões e de outras despesas de não caixa de R$ 23,2 milhões - o montante chegou a R$ 139,1 milhões, queda de 37,8%.

O endividamento líquido da companhia ao fim do quarto trimestre era de R$ 2,74 bilhões, sendo R$ 2,59 bilhões eram disponibilidades; R$ 4,54 bilhões, empréstimos e financiamentos bancários e R$ 794,3 milhões eram títulos a pagar referentes a parcelamento de aquisições.

No período, o envidamento bruto da companhia reduziu-se em R$ 447,4 milhões, passando de R$ 5,78 bilhões entre outubro e dezembro de 2010 para R$ 5, 34 bilhões em 2011. Essa redução se deu, de acordo com a companhia, por conta do pré-pagamento e amortização de dívidas com vencimento no quarto trimestre, "com destaque para os títulos a pagar relacionados à aquisição".

2011

Em relação ao ano de 2011, a companhia registrou um prejuízo líquido de R$ 54,7 milhões, ante lucro líquido de R$ 261,9 milhões apurados em 2010.

A receita líquida da companhia apresentou alta de 19,1% no ano passado, para R$ 3,3 bilhões. O Ebitda da companhia no ano chegou a R$ 720,1 milhões, alta de 20%, ante os R$ 661,3 milhões registrados em 2010. Já o Ebtida ajustado da Hypermarcas totalizou R$ 712 milhões no exercício, apresentando uma queda de 3%. No entanto, de acordo com a companhia, o montante está "em linha com o objetivo da empresa para o ano."

Em relatório que acompanha o balanço financeiro, a Hypermarcas afirmou que "reorganizou e otimizou seu portfólio, concluiu a renovação de seu parque industrial na divisão Farma e está em estágio avançado de renovação de seu parque industrial de Consumo."

Com recursos obtidos com a venda dos negócios de Limpeza e Alimentos –, em termos de liquidez, a companhia finalizou o ano com R$ 2,59 bilhões no caixa. "Valor suficiente para liquidar seus compromissos financeiros até o fim de 2014", informou a companhia.

Para 2012, a companhia informou que estará dedicada ao fim da reestruturação organizacional e consolidação das operações fabris da companhia. Além disso, a companhia prevê atingir Ebtida ajustado acima de R$ 850 milhões em 2012.

Fonte: Valor Econômico