4 de outubro de 2009

Castelo Alimentos Projeta Crescimento de 4,2%

Mesmo diante da crise internacional, a Castelo Alimentos, líder nacional na fabricação de vinagres, sediada em Jundiaí (SP), prevê atingir ao final de 2009 um faturamento de R$ 50 milhões, 4,2% superior ao faturado de 2008.

As exportações da Castelo em 2008 representaram 3,5% da receita líquida da empresa e a previsão para este ano é de 4%, um crescimento de 0,5%, mesmo com um câmbio desfavorável para exportação e com destinos como Japão e Estados Unidos que reduziram suas importações face à crise econômica. Os produtos da Castelo também estão presentes em Moçambique, República Dominicana, Paraguai, Uruguai e Cuba, entre outros países.

A Castelo Alimentos possui a mais moderna e maior fábrica de vinagres da América Latina. Na planta de Jundiaí, a companhia possui três diferentes empresas num único local. A fábrica de garrafas, injetando e soprando os frascos. A fábrica de vinagre, na qual o vinho, o vinho de maça e o álcool passam por um processo de fermentação biológica produzindo o ácido acético, que é o vinagre. A terceira empresa é a linha de montagem e a linha de envase. São Três linhas de envase, sendo duas de grande velocidades e uma de menor velocidade, na qual se trabalham os vinagres balsâmicos e os molhos de salada. São três frascos por segundo em cada linha de produção, com 18 mil garrafas por hora e 5 milhões de garrafas por mês.

A empresa ocupa a liderança no mercado nacional de produção de vinagre para uso doméstico, com 30% desse mercado, o que correspondeu a 60 milhões de litros produzidos em 2008. Para o ano de 2009, a Castelo prevê chegar a produção de 61,8 milhões de litros de vinagre para uso doméstico.

O mercado brasileiro de vinagres para consumo doméstico gira em torno de 173 milhões de litros ao ano.

O diretor superintendente da Castelo, Marcelo Cereser, atribui esse crescimento em período de crise aos constantes investimentos que a empresa vem fazendo principalmente no mix de seus produtos.

"São vários fatores. Os principais são os relançamentos de produtos de alto valor agregado como foram os molhos de saladas que nós fizemos em março, no meio da crise. Agora estamos renovando a linha dos balsâmicos. Isso tudo somado ao mercado interno, que sustenta a maioria de nossa demanda, com os nossos produtos que mostram diferenciais de qualidade e de embalagem aliado a uma estratégia de marketing justificam esse aumento nas vendas", explica.

Fonte: DCI
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